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CCVF

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Grande Auditório Francisca Abreu

SÁBADO 26 NOVEMBRO, 16H00

Porque é Infinito

Victor Hugo Pontes
Dança

Maiores de 12

A partir de uma releitura contemporânea de “Romeu e Julieta”, o clássico de William Shakespeare sobre o amor e os seus limites, Victor Hugo Pontes constrói uma obra onde a palavra e o movimento se fundem, na sua linguagem coreográfica tão singular. Dúvidas e certezas, e a adolescência como pano de fundo, um tempo de excessos, e madrugadas longas, nas quais se convidam o amor – mas também a morte – para entrar nos quartos dos que descobrem pela primeira vez estes turbilhões de sentimentos. “Porque é Infinito” é um texto escrito por Joana Craveiro com base numa pesquisa documental, afetiva e poética, que coloca o texto canónico de William Shakespeare nos dias de hoje e o olha a partir daqui, naquela que é também uma reflexão sobre a linguagem usada para dizer e verbalizar tudo isto.

Direção Artística Victor Hugo Pontes

Texto Joana Craveiro

Interpretação António Júlio, Benedito José, Inês Azedo, Ivo Santos, José Ferreira, Luísa Guerra, Pedro Frias, Rui Pedro Silva, Santiago Mateus, Sofia Montenegro, Vera Santos

Assistente de Direção Daniela Cruz

Cenografia F. Ribeiro

Direção Técnica e Desenho de Luz Wilma Moutinho

Música original Rui Lima e Sérgio Martins

Desenho de som e Operação de som Leandro Leitão

Excertos da obra musical Romeu e Julieta de Sergei Prokofiev

Figurinos Cristina Cunha e Victor Hugo Pontes

Consultoria artística Madalena Alfaia

Confeção de Figurinos Emília Pontes e Domingos Freitas Pereira

Construção de cenografia Móveis Modernos Maia e Rocha

Direção de Produção Joana Ventura

Produção Executiva Mariana Lourenço

Apoio à residência CRL - Central Elétrica, Ginasiano Escola de Dança, Instável - Centro Coreográfico, Teatro de Ferro

Coprodução Nome Próprio, Centro de Arte de Ovar, A Oficina, São Luiz Teatro Municipal, Teatro Aveirense e Teatro Nacional São João

Agradecimentos Escola Secundária Infante D. Henrique – Agrupamento de Escolas Infante D. Henrique e Teatro Experimental do Porto

A Nome Próprio é uma estrutura residente no Teatro Campo Alegre, no âmbito do programa Teatro em Campo Aberto e tem o apoio da República Portuguesa - Cultura / Direção-Geral das Artes.

A tradução dos trechos de Romeu e Julieta usados neste espetáculo é de Fernando Villas-Boas (edição Oficina do Livro, 2007).
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Duração c. 1h35 min.

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