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QUARTA, 6 MAIO, 20H30 - 22H00
Musseque
Evento
Musseque é casa, uma forma de estar.
Perante o pano de fundo da guerra, os intérpretes libertam-se através do ritmo, da precisão e da resistência rumo à liberdade. Os quatro intérpretes criaram uma dança do presente a partir das experiências do passado.
Em Musseque, as palavras tornam-se uma revolução e os corpos, resistência. O ritmo alucinante dos movimentos mostra a resiliência de quem resiste para além da guerra.
Fábio Jorge Januário nasceu em 1988 em Luanda, Angola. Autodidata em hip-hop, house, popping e locking, tem dado frequentemente workshops e masterclasses de Kuduro em Portugal, França e Suíça, entre outros países.
Combina o seu trabalho como professor de dança em escolas da área de Lisboa com atuações em diferentes festivais, como NOS Alive, Rock in Rio ou MEO Sudoeste.
Desde 2022, é intérprete em CARCAÇA, de Marco da Silva Ferreira, que estreou em 2021 e que se encontra atualmente em digressão internacional. Colabora também com outros artistas e projetos, desde videoclipes a programas de televisão.
A pesquisa de movimento de Fábio passa pelo Kuduro. Em 2024, no âmbito do Projeto CASA, coproduzido pelo Espaço do Tempo, Centro Cultural Vila Flor e Cineteatro Louletano, criou a sua primeira peça, Musseque, que está agora em digressão por Portugal e internacionalmente.
Direção artística e coreografia: Fábio (Krayze) Januário
Bailarinos e cocriadores: Fábio (Krayze) Januário, Selma Mylene, Xenos Palma e Elvis Carvalho (Grelha)
Assistência artística: Marco da Silva Ferreira & Piny
Desenho de som: DJ Poco
Desenho de luz: Pedro Guimarães
Cenografia: Filipe Tootill
Figurinos: Susana Santos
Fotografia e vídeo: Afonso Sereno
Produção: Rita Pessoa
Parceiros: Festival Ou.kupa
Apoio e produção: Pensamento Avulso
Coprodução: O Espaço do Tempo, Cineteatro Louletano e Centro Cultural Vila Flor: Projecto CASA
Residências artísticas: Espaço Alkantara, B.Leza, UDance, Teatro do Bairro Alto, O Espaço do Tempo, CineTeatro Louletano, Centro Cultural Vila Flor
Agradecimentos especiais: Mélanie Ferreira, Marco da Silva Ferreira, Fundação GDA, Teatro do Bairro Alto e toda a equipa Ou.kupa
