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CCVF

2022 / 2023

Projeto CASA - Selecionados para a 1.ª edição

Centro Cultural Vila Flor / O Espaço do Tempo / Cineteatro Louletano

O Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, O Espaço do Tempo, em Montemor-o-Novo, e o Cineteatro Louletano, em Loulé, lançaram pela primeira vez um novo programa de apoio à Criação Artística na área das Artes Performativas denominado Projeto CASA, integrando uma residência de longa duração, bem como as respetivas antestreias, estreia absoluta e subsequente apresentação. Cada apoio, no montante de 25.000€, inclui uma residência de dez semanas com todas as despesas de estadia e alimentação incluídas. O Projeto CASA procura ser um estímulo à criação nas áreas da dança, teatro, performance e cruzamentos disciplinares e um contributo para um apoio à criação nas referidas áreas. Terá uma periodicidade anual.

O júri do Projeto CASA foi constituído por Rui Horta, Pedro Barreiro, Rui Torrinha, e Paulo Silva, todos eles integrando as estruturas responsáveis pelo projeto. Nesta primeira edição, na área do teatro, foi selecionada a Associação Cultural Silent Party, com o projeto Um Quarto Só para Si. Este coletivo, formado por Mafalda Banquart, Emanuel Santos, Tiago Araújo e Tiago Jácome, propõe "uma sobreposição dos modos de organização do espaço e dos corpos no teatro com os da arquitetura, acreditando que experimentar diferentes modelos de construção – espetáculos e edifícios – é um exercício de imaginação de sociedades possíveis". Nesta criação colaboram ainda Vítor Freitas, Pedro Nabais, Rita Eustáquio e Joana Mesquita. O júri considerou a pertinência da proposta, amplamente demonstrada pela atualidade do tema, pela inovação que propõe dentro da linguagem teatral, defendida por intérpretes/criadores de grande qualidade.

Na área da dança, foi selecionado o projeto de Josefa Pereira, Campo – Força – Chama, num trabalho onde se inserem artistas como Vânia Doutel Vaz, Nina Botkay, Danielle Mendes, Natália Mendonça, bem como a produtora musical Cigarra, Leticia Skrycky, Tchitchi, e Carolina Goulart. Este projeto "pretende investigar maneiras de ativar o corpoarquivo das cinco performers/bailarinas, a partir das noções de fabulação e fantástico". O júri sublinha o interesse da proposta artística, a qualidade das intérpretes e restante equipa, bem como a importância de uma proposta que valoriza a linguagem do corpo no feminino na sua urgência de comunicar.

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